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Pessoas mais capacitadas, negócios mais lucrativos!

Uma das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos, a de Stanford, por onde circulam alguns gênios do Vale do Silício, a disciplina eletiva mais requisitada, nada tem a ver com tecnologia. O objetivo dela é auxiliar as pessoas a definirem os passos das suas vidas. Não é a toa que toda a premissa e proposta do curso tem como base os conceitos do design thinking. Ou seja, baseia-se na aquisição de informações, análise de conhecimento e posteriormente uma proposta de soluções para o problema em que estamos inseridos.
Desde o início do século XXI, teoriza-se em busca de propósito para uma plena realização de vida. Não basta mais termos um bom trabalho e constituirmos uma família. A busca tornou-se mais complexa e desafiadora. Queremos cada vez mais e nossos sonhos são cada vez maiores. E para tudo isso se faz necessário autoconhecimento. Saber quem eu sou e para onde quero ir não foi tão fundamental para um ser humano.

As empresas com visão de longo prazo estão entendendo cada vez mais um modelo de gestão baseado em missão e propósito. Esse discurso preconiza uma mudança cultural nas organizações. Porém, tal mudança se faz de duas formas: por imposição através de leis ou através de exemplos e instruindo um novo modelo e forma de pensar e agir, o que leva tempo.
Segundo pesquisas, cerca de 80% das pessoas não sabem qual é sua paixão. As pessoas não sabem escolher, pois nunca foram orientadas a pensar a respeito disso. Isso passa a ser uma questão a ser resolvida quando estamos em uma carreira dentro de uma empresa e que não conseguimos enxergar nossa missão ou mesmo propósito de vida. Como consequência, nos sentimos frustrados e decepcionados com a vida.

Para que as pessoas verdadeiramente estejam motivas e engajadas no seu propósito, além da necessidade óbvia de descobrir qual é, é preciso orientá-las em direção a esse caminho. A palavra líder carrega nos dias de hoje uma série de neologismos. O que é ser um bom líder e motivar as pessoas do seu time? Não há como motivar alguém e tão pouco torna-la engajada no processo se eu não a conhece-la. Isso pressupõe investir tempo e interesse real na vida do outro. Sim, isso dá um certo trabalho e é uma construção de médio e longo prazo. Desafiador em tempos de prazos curtos e demandas urgentes. Entretanto, a recompensa vale a pena, esse investimento faz as pessoas sentirem-se pertencentes a uma causa e desperta em cada um o senso de pró-atividade.
As pessoas que despertam para a consciência de propósito e missão dentro de uma organização, encontram seu lugar e passam a entender os motivos pelos quais estão ali. Tudo fica mais claro e as ações que precisam ser tomadas ganham sentido, ainda que possam - na maioria das vezes são - desafiadoras. Quando temos claramente nossos motivos para agir, fica mais fácil estabelecer crenças que favorecem atitudes e me levem na direção daquilo que quero. A grande maioria das nossas crenças são inconscientes. Tendo em vista que as formatamos durante nossa infância e adolescência, agimos na fase adulta de acordo com esses modelos mentais que formamos. Em algumas vezes, esses modelos nos atrapalham sem termos a clareza do que realmente nos impede de alcançarmos o que queremos. E quando desenvolvemos a clareza do nosso propósito, fica mais fácil transpormos crenças que antes nos limitavam.

Dentro do conceito dos Níveis Lógicos (Logical Levels) desenvolvido por Robert Dilts, a partir do momento em que produzo crenças que me fortalecem, geramos estados emocionais capazes de me fazer agir na direção do que é importante para mim. Esse é o ponto chave quando líderes tem a função de treinar suas equipes. Sabemos que é necessário que pessoas ajam. Para agir, é imprescindível uma capacidade emocional que sustente essa ação. A partir disso, obtemos nossos resultados positivos e até mesmo nossa fisiologia se altera, como preconiza a segunda geração da Programação Neurolinguística em que mente e corpo formam um único sistema. Esse ciclo virtuoso acaba proporcionando mais motivação e engajamento.
O fator fundamental e preponderante dentro de todo esse processo está diretamente relacionado com a interação entre as pessoas. Saber ouvir atentamente e saber colocar-se no lugar do outro de forma empática e honesta. Essas atitudes perpassam por acessar valores comuns entre as pessoas, o que faz com que haja um entendimento do que realmente importa em um outro nível de maturidade e consciência. E quando há percepção de valor e harmonia, melhores resultados para todos são obtidos.