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Holocracia: será que estamos prontos para esse modelo de gestão?

Uma preocupação constante de qualquer gestor de empresa no Brasil é sobre pessoas e retenção dos seus talentos. A velocidade com que ocorrem as transformações nas organizações é muito alta. Portanto, para acompanhar todas essas mudanças é necessário pensar muito sobre o assunto. Uma pesquisa da consultoria Deloitte de 2017 aponta que o desafio sobre o formato organizacional aparece como principal dos executivos.

A holocracia é muito mais que um modelo de gestão, é uma filosofia com base na capacidade de contribuição das pessoas dentro de um determinado sistema. O precursor dessa filosofia chama-se Tony Hsieh, CEO da Zappos, empresa norte americana de e-commerce. A ideia central desse sistema é não ter chefes e sim transferir a responsabilidade das suas atribuições para cada indivíduo, onde as pessoas assumem totalmente as responsabilidade dos seus resultados.

O modelo da holocracia está baseado na auto-organização e na responsabilidade individual. Pois é o bem comum que impera nesse tipo de gestão. Seja ele o lançamento de um produto, a implantação de um determinado projeto ou atingir resultados financeiros. Cada um possui suas responsabilidades e gerencia a parte do processo que lhe cabe. Exige resultados e também é cobrado pelo que deve gerar.

A pergunta é: estamos maduros o suficiente para implementar esse tipo de gestão nas empresas no Brasil?

 

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